Serviços de Apoio à Produção

Apoio Técnico em Produção Integrada

A aplicação descontrolada de produtos fitofarmacêuticos tem contribuído para o desequilíbrio do ecossistema agrário, poluição do ambiente, fenómenos de renitência e outros efeitos secundários indesejáveis. A utilização racional dos produtos fitofarmacêuticos só se consegue atingir de forma gradual através da evolução de uma luta química tradicional para uma luta química aconselhada e pela protecção integrada das culturas, o que aliado à utilização de técnicas culturais adequadas como sejam a poda, rega, monda de frutos, etc, pode levar os produtores a substituírem gradualmente a agricultura tradicional por uma agricultura integrada respeitando o meio ambiente, assegurando uma produção de alta qualidade e simultaneamente contribuindo para a melhoria dos seus rendimentos.

Mas a passagem de uma agricultura tradicional para uma agricultura integrada carece de um envolvimento por parte dos agricultores, e simultaneamente um acompanhamento técnico que lhe permita realizar uma agricultura sustentável. Neste sentido a Cooperativa Agrícola de Alcobaça (incluindo os Concelhos de Alcobaça e Nazaré) dispõe de um corpo técnico preparado para prestar este serviço aos seus sócios, promovendo o desenvolvimento de uma agricultura sustentável, produzindo alimentos de alta qualidade, com gestão racional dos recursos naturais e privilegiando a utilização dos mecanismos de regulação natural em substituição de factores de produção prejudiciais á saúde e ao ambiente.

O desenvolvimento do serviço de apoio técnico baseia-se nos seguintes princípios:

  • Implementação de medidas visando a limitação natural dos inimigos das culturas com vista a prevenir ou evitar o seu desenvolvimento;
  • Redução, ao mínimo, das intervenções fitossanitárias nos ecossistemas agrícolas e agro -florestais;
  • Utilização de todos os meios de luta disponíveis, integrando -os de forma harmoniosa e privilegiando, sempre que possível, as medidas indirectas;
  • Recurso aos meios de luta directos, nomeadamente o uso de produtos fitofarmacêuticos, quando não haja alternativa;
  • Selecção dos produtos fitofarmacêuticos em função da sua eficácia, persistência, custo e efeitos secundários em relação ao homem, aos auxiliares e ao ambiente
  • Actualização regular dos conhecimentos dos agricultores sobre produção integrada;
  • Manutenção da estabilidade dos ecossistemas agrários;
  • Equilíbrio do ciclo dos nutrientes, reduzindo as perdas ao mínimo;
  • Preservação e melhoria da fertilidade intrínseca do solo;
  • Fomento da biodiversidade;
  • Incremento de práticas sustentáveis;
  • Cumprimento do código das Boas Práticas Agrícolas;
  • Entendimento da qualidade dos produtos agrícolas como tendo por base parâmetros ecológicos, assim como critérios usuais de qualidade, externos e internos.

 





Atendimento VITIS

Os princípios cooperativos são as linhas orientadoras
através das quais as cooperativas levam à prática os seus valores.

1º Adesão voluntária e livre

As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e dispostas a assumir as responsabilidades de membro.

2º Gestão democrática pelos membros

As cooperativas são organizações democráticas geridas pelos seus membros, os quais participam na tomada de decisões, tendo cada membro iguais direitos de voto (um membro, um voto).

3º Participação económica dos membros

Os membros contribuem equitativamente para o capital das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é propriedade comum da cooperativa.

1º Adesão voluntária e livre

As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e dispostas a assumir as responsabilidades de membro.

2º Gestão democrática pelos membros

As cooperativas são organizações democráticas geridas pelos seus membros, os quais participam na tomada de decisões, tendo cada membro iguais direitos de voto (um membro, um voto).

3º Participação económica dos membros

Os membros contribuem equitativamente para o capital das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é propriedade comum da cooperativa.

1º Adesão voluntária e livre

As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e dispostas a assumir as responsabilidades de membro.

2º Gestão democrática pelos membros

As cooperativas são organizações democráticas geridas pelos seus membros, os quais participam na tomada de decisões, tendo cada membro iguais direitos de voto (um membro, um voto).

3º Participação económica dos membros

Os membros contribuem equitativamente para o capital das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é propriedade comum da cooperativa.

Face as novas exigências, no que respeita ao aumento da qualidade das produções e às crescentes preocupações ambientais, quer pela escassez de água quer pela redução da suas propriedades qualitativas, uma eficiente gestão da água assume-se actualmente, como um factor preponderante a ter em atenção, não só porque permite significativas reduções de custos da gestão das culturas de regadio, mas também, um controlo efectivo sobre a qualidade dos produtos, que pode ter evidentes reflexos nos rendimentos da exploração, bem como uma redução eficaz dos impactos ambientais que a rega impõe.

A gestão da água baseia-se num ciclo com quatro fases distintas: Planeamento; Implementação; Monitorização; Avaliação.

Na fase de planeamento é necessário proceder á caracterização do local, dos solos, da performance do sistema de rega, são identificadas as culturas, variedades e outras especificações, e definem-se os objectivos de qualidade e quantidade para elaborar a estratégia e o plano de rega, para se poder determinar:

  • Qual a capacidade de retenção de água do solo, de forma a permitir uma gestão eficaz da água;
  • Qual o sistema de rega que melhor se adapta às necessidades, evitando gastos desnecessários;
  • Qual a programação de rega mais adequada tendo em vista os objectivos culturais, minimizando os custos de operação;
  • Qual a correcta localização do equipamento de monitorização do teor de humidade do solo.
  • Qual a forma de rega capaz de reduzir os impactos ambientais desta pratica.

Este plano de rega vai ser a referência para a programação da rega ao longo da campanha.
Fase de Planeamento.
Fase de Implementação
Fase de Monitorização
A Avaliação

Na fase de planeamento é necessário proceder á caracterização do local, dos solos, da performance do sistema de rega, são identificadas as culturas, variedades e outras especificações, e definem-se os objectivos de qualidade e quantidade para elaborar a estratégia e o plano de rega, para se poder determinar:

  • Qual a capacidade de retenção de água do solo, de forma a permitir uma gestão eficaz da água;
  • Qual o sistema de rega que melhor se adapta às necessidades, evitando gastos desnecessários;
  • Qual a programação de rega mais adequada tendo em vista os objectivos culturais, minimizando os custos de operação;
  • Qual a correcta localização do equipamento de monitorização do teor de humidade do solo.
  • Qual a forma de rega capaz de reduzir os impactos ambientais desta pratica.

Este plano de rega vai ser a referência para a programação da rega ao longo da campanha.

Na fase de Implementação é necessário obter dados de Evapotranspiração e precipitação da zona, para se poder aferir qual a quantidade de água realmente utilizada pelo sistema solo/planta.

Em função da estratégia definida, esta água deverá ser reposta com maior ou menor frequência e em maior ou menor quantidade, ou seja, definir-se quando e quanto regar.

Na fase de Monitorização; durante a fase de aplicação da água, é fundamental monitorizar a performance da rega em função dos objectivos pretendidos: quantidade de água que ficou disponível para a planta, profundidade atingida, escorrimentos, uniformidade da aplicação, sendo fundamental a existência de um sistema de monitorização de água no solo. É necessário que os técnicos da Cooperativa Agrícola de Alcobaça efectuem vistorias regulares ao terreno, para avaliar o estado da cultura no campo, usando as tecnologias de informação adequada ao registo das observações, de modo a monitorizar de perto o desenvolvimento de sinais de stress hídrico, em diferentes estados fenológicos das culturas.

A Avaliação dos dados serve para propor medidas correctivas a integrar na fase de planeamento, fechando o ciclo de gestão de rega. A avaliação é feita durante e após a campanha, para poder melhorar o plano de gestão de água de rega para a próxima época.

Este serviço está dependente da recolha sistemática de informação e da sua análise. É um processo que permite apoiar o Agricultor nas suas tomadas de decisão, quer as de acção mais imediatas - controlo, quer as de consequências mais a médio/longo prazo - planeamento.

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